MEDO, COMO LIDAR COM ELE?

Todo mundo tem medo de alguma coisa… Mas, o medo pode trazer algumas complicações, quando levado muito a sério.  

Duda Agostini        

A psicóloga Aline Cazarim explica que o medo é uma emoção natural que as pessoas criam pra se protegerem, mas é preciso tomar cuidado com o excesso. Segundo ela, “o medo é saudável quando usado para se proteger de algum risco ou perigo que possa se imaginar que possua em um certo lugar. Ele só é saudável quando te protege e não quando paraliza sua vida, ainda mais quando é frequente.” E tem que tomar cuidado, já que isso pode ser transmitido aos filhos.

E  falando em excesso de medo, tem muita gente que tem até hábitos já programados pra driblar o objeto de pavor. Esse é o caso da aposentada Enoi Morais, que morre de medo de relâmpagos. Ela disse que muda toda sua rotina por causa desse medo. Segundo ela, basta ter uma nuvem escura que ela ja fica com medo; como precisa de alguém pra ficar junto com ela nesses momentos, sua vizinha vai fazer companhia. Enoi conta que quando começam os relâmpagos, ela cobre o espelho com um pano, fecha as janelas e desliga todos os aparelhos eletrônicos e vai para a sala e fica sentada esperando passar.

Segundo a psicóloga Aline, o caso da Enoi pode ser considerado como uma astrapefobia, que é o medo de relâmpagos e nada além disso. Esse tipo de medo pode sumir ou crescer com o passar do tempo, como é o caso da Enoi.

De acordo com a psicóloga não há como determinar quando o medo passa a ser fobia ou trauma e quando precisa de tratamento. Aline conta que a questão varia de pessoa pra pessoa e aconselha que se o medroso ou medrosa sentir que o medo está o prejudicando de alguma forma no trabalho, nos estudos, ou na vida, é interessante procurar um profissional.

Em outros , o medo pode ser considerado natural, como para a enfermeira Mirva Almeida que já procurou por psicólogos para tratar seu medo de lugar fechado, mas eles consideraram natural.

É importante ressaltar o que segundo a psicóloga, sendo o medo natural, ele não é uma fobia, portanto, dona Mirva não sofre de claustrofobia, já que não deixa de fazer nada por conta disso.

E para superar os medos o jeito é enfrentar! A psicóloga Aline salienta que quanto mais cedo o medo for enfrentado, mais fácil será amenizá-lo. Segundo ela isso deve ser feito aos poucos e com ajuda de pessoas próximas.

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